quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Os Estados Unidos em decadência

A supremacia do poder corporativo sobre a política e a sociedade nos EUA chegou ao grau de que as formações políticas, que nesta etapa apenas se parecem com os partidos tradicionais, estão muito mais à direita da população nos principais temas em debate. Para o povo, a principal preocupação interna é o desemprego. Mas, para as instituições financeiras, a principal preocupação é o déficit. Ao triturar os restos da democracia política, as instituições financeiras estão lançando as bases para fazer avançar ainda mais este processo letal, enquanto suas vítimas parecem dispostas a sofrer em silêncio. O artigo é de Noam Chomsky.

por Noam Chosmky, em La Jornada, via VI O MUNDO.

É um tema comum que os Estados Unidos, que há apenas alguns anos era visto como um colosso que percorreria o mundo com um poder sem paralelo e um atrativo sem igual (…) estão em decadência, enfrentando atualmente a perspectiva de uma deterioração definitiva, assinala Giacomo Chiozza, no número atual de Political Science Quarterly.

A crença neste tema, efetivamente, está muito difundida. Em com certa razão, se bem que seja o caso de fazer algumas precisões. Para começar, a decadência tem sido constante desde o ponto culminante do poderio dos EUA, logo após a Segunda Guerra Mundial, e o notável triunfalismo dos anos 90, depois da Guerra do Golfo, foi basicamente um autoengano.

Outro tema comum, ao menos entre aqueles que não ficaram cegos deliberadamente, é que a decadência dos EUA, em grande medida, é auto-inflingida. A ópera bufa que vimos este verão em Washington, que desgostou o país e deixou o mundo perplexo, pode não ter comparação nos anais da democracia parlamentar. O espetáculo inclusive está chegando a assustar aos patrocinadores desta paródia. Agora, preocupa ao poder corporativo que os extremistas que ajudou a por no Congresso de fato derrubem o edifício do qual depende sua própria riqueza e seus privilégios, o poderoso estado-babá que atende a seus interesses.

A supremacia do poder corporativo sobre a política e a sociedade – basicamente financeira – chegou ao grau de que as formações políticas, que nesta etapa apenas se parecem com os partidos tradicionais, estão muito mais à direita da população nos principais temas em debate.

Para o povo, a principal preocupação interna é o desemprego. Nas circunstâncias atuais, esta crise pode ser superada só mediante um significativo estímulo do governo, muito mais além do que foi o mais recente, que apenas fez coincidir a deterioração no gasto estatal e local, ainda que essa iniciativa tão limitada provavelmente tenha salvado milhões de empregos.

Mas, para as instituições financeiras, a principal preocupação é o déficit. Assim, só o déficit está em discussão. Uma grande maioria da população está a favor de abordar o problema do déficit taxando os muito ricos (72%, com 27% contra), segundo uma pesquisa do The Washington Post e da ABC News. Fazer cortes nos programas de atenção médica conta com a oposição de uma esmagadora maioria (69% no caso do Medicaid, 78% no caso do Medicare). O resultado provável, porém, é o oposto.

O Programa sobre Atitudes de Política Internacional (PIPA) investigou como a população eliminaria o déficit. Steven Kull, diretor do PIPA, afirma: É evidente que, tanto o governo como a Câmara (de Representantes) dirigida pelos republicanos, estão fora de sintonia com os valores e as prioridades da população no que diz respeito ao orçamento”.

A pesquisa ilustra a profunda divisão: a maior diferença no gasto é que o povo apoia cortes profundos no gasto militar, enquanto que o governo e a Câmara de Representantes propõem aumentos modestos. O povo também defende aumentar o gasto na capacitação para o trabalho, na educação e no combate à poluição em maior medida que o governo ou a Câmara.

O acordo final – ou, mais precisamente, a capitulação ante à extrema direita – é o oposto em todos os sentidos, e quase com toda certeza provocará um crescimento mais lento e danos de longo prazo para todos, menos para os ricos e as corporações, que gozam de benefícios sem precedentes.

Nem sequer se discutiu que o déficit poderia ser eliminado se, como demonstrou o economista Dean Baker, se substituísse o sistema disfuncional de atenção médica privada dos EUA por um semelhante ao de outras sociedades industrializadas, que tem a metade do custo per capita e obtém resultados médicos equivalentes ou melhores.

As instituições financeiras e as grandes companhias farmacêuticas são demasiado poderosas para que sequer se analisem tais opções, ainda que a ideia dificilmente pareça utópica. Fora da agenda por razões similares também se encontram outras opções economicamente sensatas, como a do imposto às pequenas transações financeiras.

Entretanto, Wall Street recebe regularmente generosos presentes. O Comitê de Atribuições da Câmara de Representantes cortou o orçamento da Comissão de Títulos e Bolsa, a principal barreira contra a fraude financeira. E é pouco provável que sobreviva intacta a Agência de Proteção ao Consumidor.

O Congresso brande outras armas em sua batalha contra as gerações futuras. Apoiada pela oposição republicana à proteção ambiental, a importante companhia de eletricidade American Eletric Power arquivou o principal esforço do país para captar o dióxido de carbono de uma planta atualmente impulsionada por carvão, o que significou um forte golpe às campanhas para reduzir as emissões causadoras do aquecimento global, informou o The New York Times.

Esses golpes auto-aplicados, ainda que sejam cada vez mais potentes, não são uma inovação recente. Datam dos anos 70, quando a política econômica nacional sofreu importantes transformações, que puseram fim ao que se costuma chamar de “época de ouro” do capitalismo de Estado.

Dois importantes elementos desse processo foram a financeirização (o deslocamento das preferências de investimento, da produção industrial para as finanças, os seguros e os bens imobiliários) e a externalização da produção. O triunfo ideológico das doutrinas de livre mercado, muito seletivo como sempre, desferiu mais alguns golpes, que se traduziram em desregulação, regras de administração corporativa que condicionavam as enormes recompensas aos diretores gerais com os benefícios de curto prazo e outras decisões políticas similares.

A concentração resultante da riqueza produz maior poder político, acelerando um círculo vicioso que aportou uma riqueza extraordinária para 1% da população, basicamente diretores gerais de grandes corporações, gerentes de fundos de garantia e similares, enquanto que a maioria das receitas reais praticamente estancou.

Ao mesmo tempo, o custo das eleições disparou para as nuvens, fazendo com que os dois partidos tivessem que escavar mais fundo os bolsos das corporações. O que restava de democracia política foi solapado ainda mais quando ambos partidos recorreram ao leilão de postos diretivos no Congresso, como apontou o economista Thomas Ferguson, no The Financial Times.

Os principais partidos políticos adotaram uma prática das grandes empresas varejistas, como Walmart, Best Buy e Target, escreve Ferguson. Caso único nas legislaturas do mundo desenvolvido, os partidos estadunidenses no Congresso colocam preço em postos chave no processo legislativo. Os legisladores que conseguem mais fundos ao partido são os que indicam os nomes para esses postos.

O resultado, segundo Ferguson, é que os debates se baseiam fortemente na repetição interminável de um punhado de consignas, aprovadas pelos blocos de investidores e grupos de interesse nacionais, dos quais depende a obtenção de recursos. E o país que se dane.

Antes do crack de 2007, do qual foram responsáveis em grande medida, as instituições financeiras posteriores à época de ouro tinham obtido um surpreendente poder econômico, multiplicando por mais de três sua participação nos lucros corporativos. Depois do crack, numerosos economistas começaram a investigar sua função em termos puramente econômicos. Robert Solow, prêmio Nobel de Economia, concluiu que seu efeito poderia ser negativo. Seu êxito aporta muito pouco ou nada à eficiência da economia real, enquanto seus desastres transferem a riqueza dos contribuintes ricos para o setor financeiro.

Ao triturar os restos da democracia política, as instituições financeiras estão lançando as bases para fazer avançar ainda mais este processo letal…enquanto suas vítimas parecem dispostas a sofrer em silêncio.

(*) Professor emérito de lingüística e filosofía do Instituto Tecnológico de Massachusetts. Seu livro mais recente é 9-11: Tenth Anniversary.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Uma nova Realidade nos EUA. O DECLÍNIO de um Império.

Durante décadas, parecia que os Estados Unidos eram de outro planeta. A economia sempre andava bem, as guerras serviam para gerar encomendas à indústria bélica, os déficits eram financiados por dólares aceitos avidamente pelo resto do mundo. Porém, agora os norte americanos colhem os amargos frutos da "guerra contra o terror". Pois é.


A verdade é que hoje uma outra realidade bate à porta dos Yankees. Atualmente, naquele país, podemos ver pais e professores, protestando contra cortes na educação; questionando a qualidade do ensino, e professores mostrando preocupação com seu emprego. Aliás, hoje o desemprego é uma triste realidade nos EUA. Pra se ter uma idéia, os mexicanos não querem mais o "sonho americano". Que coisa.


Alguns analistas afirmavam que o capitalismo é muito bom, mas, aplicado no ensino primário, gera uma busca pelo lucro incompatível com a necessidade de se prover boa educação para as crianças. Nossa! Até os planos de saúde da terra do Tio San estão com custos cada vez mais altos. Os abrigos pra sem-teto estão lotados. Que crise.


Esse tipo de problemas, que os EUA esdtão enfrentando, ocorre há anos em toda as Américas, do Sul e Central, no Leste Europeu, na Ásia e em quase todo o mundo. Agora, chegou a Washington.


Ademais, deve-se registrar que o Congresso norte americano permite como limite máximo da dívida pública de USA o montante de até 14,3 trilhões de dólares, que está estourado. O Departamento do Tesouro daquele país está sem saída, com o Presidente Obama mais perdido que cego em tiroteio. E com as eleições chegando, oposição e situação não chegam a um acordo. Certamente ocorrerá um corte de gastos. Enfim, o futuro do Tio San não é nada promissor.

Bom, será que os yankees saem dessa? Não sei. E como não sofro de síndrome de vira-latas, sei apenas que a nova realidade nos States não afeta nossa economia; isso pelo fato de que hoje o Brasil também tem uma nova realidade. E não mais somos dependentes deles.


Escrevi o texto acima no dia 24 de julho de 2011. Desde então, ouveram algumas movimentações nos bastidores do poder yankee e, consequentemente, global, pois bem, a conclusão que cheguei foi a de que o Tio San vai sair dessa, porém, com sequelas irreparáveis; por exemplo: seu crédito, por exemplo, nunca mais será o mesmo, assim como seus limites, o que quero dizer é que os americanos vão ter limites e, consequentemente, problemas comuns nos demais países do Globo terrestre. Enfim, ainda não será a queda do Império, mas, certamente, o início de seu declínio.


Fiz o breve comentário acima no dia 31 de julho de 2011, na iminência de um acordo entre republicanos e democratas para elevar o teto da dívida nos EUA. Pois bem, o acordo ocorreu. Em seguida, no dia 08 de agosto de 2011, tive a oportunidade de ter acesso a trechos de uma interessante entrevista de Maria da Conceição Tavares a Revista Carta Maior. Link: http://www.viomundo.com.br/politica/maria-da-conceicao-tavares-vivendo-a-treva-na-mao-dos-ultraliberais.html. E da tal entrevista destaco a seguinte parte: "MCT – As forças que se articularam na sociedade norte-americana, basicamente forças conservadoras, de um reacionarismo profundo, não em condições de produzir uma nova hegemonia propositiva. Claro, eles tem as armas de guerra. Não é pouco, como temos visto. Vão se impor assim por mais tempo. Mas daí não sai um novo hegemon. Vamos caminhar para um poder multilateral, negociado, sujeito a contrapesos que nos livrarão de coisas desse tipo, como a ascendência do Tea Party nos EUA. Uma minoria que irradia a treva para o mundo." Ela disse também: "Vivemos um colapso do neoliberalismo sob o tacão dos ultra-neoliberais: isso é a treva!”


Então... hoje, dia 09 de agosto de 2011, digo que a crise atual posta a nossa frente é diferente de tudo que vimos em nosso tempo, e será um marco histórico, reafirmo o início do declínio de um império. E ao contrário dos céticos, e todo terrorismo midiático que acompanhamos por esses dias de instabilidade Global, afirmo que nosso país não perderá nada com isso.

NEOCOLONIALISMO X DIREITO DE COMER

Enquanto os NEOCOLONIZADORES "investem" uma fortuna em sua nefasta REALPOLITIK no CONTINENTE AFRICANO que, sofre horrores, das mais variadas formas, em consequência da PREDATÓRIA COLONIZAÇÃO européia de outros tempos, enquanto isso, falta dinheiro pra salvar vidas. Aliás, enquanto falta dinheiro pra matar a fome, não falta pra MATAR PESSOAS, por exemplo: CRIMES DA OTAN na Líbia. Poderiamos citar vários outros exemplos de crimes financiados, ou ignorados (de forma escusa), pelo NEOCOLONIANISMO, isso apenas no Continente africano. Quem não se lembra de Ruanda? Enfim, o fato é que os problemas do Chifre da África que, atualmente vem sensibilizando pessoas em todo o mundo, e não poderia ser diferente, o fato é que esses problemas vão muito além da "Mãe Natureza". Não se resume ao "Deus da Chuva". Um outro fato é que os "novos cruzados", os "propagandistas" dos "Direitos Humanos", esses PSEUDOS-DEMOCRATAS que, levam o TERROR a países como Somália, Uganda, Etiópia, e etc... eles deveriam ao menos garantir o DIREITO DE COMER das pessoas, fazendo isso teriam um discurso menos falacioso, embusteiro. Afinal, é um DIREITO HUMANO COMER. Ao menos deveria ser.



Ps> E ainda tem brasileiro que tenta desqualificar a atuação do governo brasileiro no que diz respeito a combater a fome na África.

domingo, 24 de julho de 2011

Os verdadeiros PAIS DO TERROR.

Quem trouxe o terror para as ruas de Jerusalém? Quem iniciou o ciclo de destruição e caos? Quem é que explodiu com inocentes e edifícios? Quem é que assassinou soldados Britânicos, enquanto outros lutavam contra a ‘Alemanha Nazi’? O terror na Palestina só tem um pai: o Sionismo. Por vezes a passagem do tempo distorce a percepção, particularmente em casos em que a “correção política” impede que se analisem os fatos. É nesta categoria que podemos incluir a campanha de terror organizada por Avraham Stern, Yitzhak Shamir, Menachem Begin, e outros, no protetorado Britânico da Palestina. E fez-se valer o clichê de que OS TERRORISTAS de uns são os heróis de outros. Quando falamos da população judaica na Palestina, há a comum noção errada de que foi apenas após o final da II Guerra Mundial que a tal população começou surgir naquela terra em resultado da imigração proveniente da Europa arrasada pelo conflito global, e que isso, juntamente com as tentativas Britânicas para conter o fluxo levou à campanha Sionista pela independência. Isto não é verdade, e para analisarmos as raízes da campanha Sionista temos de olhar para o início do séc. XX. Em 1918 havia cerca de 50.000 judeus na Palestina, número esse que foi aumentando gradualmente até ao ponto de ter duplicado por volta de 1925. Em 1921, os Árabes palestinos pressionaram a Grã-Bretanha com o objetivo de obterem um governo representativo que lhes permitisse ter poder de veto sobre qualquer futura imigração judáica. E sentindo um descontentamento crescente entre os Árabes, perante um cenário de motins de rua em 1921/22, o Alto Comissário Britânico Sir Herbert Samuel ordenou a suspensão da imigração Judaica. Podemos imaginar a reação judia sionista. Falemos do Gang Stern Após a morte de Jabotinsky, em 1940 (sofreu um ataque cardíaco enquanto angariava fundos junto dos judeus de New York) a liderança da Irgun passou para um imigrante polaco chegado recentemente – Menachim Begin. Ao mesmo tempo o movimento dividiu-se, tendo os elementos mais brutais sob a liderança de Abraham Stern, formando aquilo que veio a ser conhecido como o ‘Gang Stern’. O Gang Stern acreditava que não devia haver qualquer limitação à expansão Sionista e tentou, imediatamente, forçar uma mudança de política assassinando oficiais Britânicos. O ódio de Avraham Stern pelos Britânicos era de tal ordem que os considerava um inimigo maior do que Hitler, e opunha-se a que judeus se alistassem para a guerra contra a Alemanha Nazi. Sentimento bizarro, mas que ajuda a compreender a ideologia de Stern. De fato, em Setembro de 1940, o Gang Stern entrou em negociações com Mussolini, através de um emissário, e em Janeiro de 1941 Stern enviou, pessoalmente, um agente a Beirute (controlada por Vichy) para entregar uma carta aos representantes do Reich. Foi também no Gang Stern que o futuro Primeiro Ministro de Israel, Yitzhak Shamir - adquiriu notoriedade, assumindo a liderança do grupo terrorista após a morte de Stern. O extremismo político de Stern, as tentativas de ligação com os Nazis, os assaltOs à mão-armada valeram-lhe o desprezo de grande parte dos Judeus. Os Britânicos intensificaram a sua ‘caça’ e capturaram-no num esconderijo em Tel Aviv, em 12 de Fevereiro de 1942, onde foi imediatamente fuzilado. Há uma palavra hebraica – MEKHABBEL – que descreve alguém que luta contra o Estado através de violência política. Por outras palavras: um terrorista. Stern, Shamir e os seus camaradas usavam esta distinção com grande orgulho. Parece que os terroristas não tinham problemas em assassinar os seus, para alcançar os objetivos nefastos. Em Novembro de 1940, a Haganah colocou explosivos no SS Patria no porto de Haifa. 270 imigrantes. Em 1942 os Sionistas usaram explosivos para afundar o SS Struma no mar Negro. Morreram 769 homens, mulheres, e crianças. Ambas as atrocidades foram atribuídas à imposição Britânica de quotas de imigração. O TERROR COMEÇA A "SÉRIO" A evolução do Macabro nacionalismo Sionista tinha levado a um ponto em que os radicais é que tinham o controle. E assim a matança começou. Em Novembro de 1942, os assassinos Eliyahu Hakim e Eliyahu Beit-Tzur, do Gang Stern, viajaram até ao Cairo e assassinaram o Lorde Moyne, Secretário de Estado Colonial Britânico para a Palestina. Ambos foram apanhados e enforcados pelos Britânicos. O Primeiro Ministro Israelita, Yitzhak Shamir, antigo membro do Gang Stern, trouxe os seus restos mortais para Israel para que fossem sepultados como “heróis”. Muitas ruas receberam o nome destes assassinos e terroristas. À medida que a campanha de terror se intensificou, as vitimas foram os polícias e soldados Britânicos. A lista seguinte não é, de maneira alguma, exaustiva, mas ilustra bem a tal campanha de terror repleta de assassinatos levada a cabo pelos Sionistas. 14 Fevereiro 1944 – 2 polícias mortos 2 Março 1944 – 1 polícia morto 23 Março 1944 – 3 policiais mortos no bombardeio do Quartel Generalem Haifa. Superintendente da polícia assassinado em Jerusalém. 8 Agosto 1944 – 10 polícias mortos durante a tentativafalhada de assassinio do Alto Comissário Britânico 29 Agosto 1944 – Oficial superior da polícia assassinado 29 Setembro 1944 – Assassinato do assistente do superintende de Polícia 25 Abril 1946 – 7 soldados assassinado, durante o sono,em Tel Aviv 22 Julho 1946 – 91 mortos em ataque com bombas ao hotel King David, que servia de escritórios ao Secretariado de governo palestino e de Quartel General do exército Britânico. O bombardeio foi feito com a conivência da Agência Judaica, de David BEM-GURION. Esconder o seu passado de “freedom fighters”, vangloriando-se da campanha para livrar a Palestina dos od'iosos Britânicos." E em 14 de Maio de 1948, Ben-Gurion tornou-se Primeiro Ministro. Em 10 de Abril de 1948 a população de Nasr el Din foi massacrada. No dia 5 de Maio de 1948 foi a vez de homens, mulheres e crianças da aldeia de Khoury serem vitimados. No dia em que o mandato Britânico acabou os aldeões de Beit Drass foram chacinados. Na aldeia de Deir Yassin, a Irgun matou 250 Árabes, numa orgia de violência sem precedentes. O Secretário de Estado Britânico para as Colónias, falando aos Comuns disse: “Esta bárbara agressão é uma prova de selvajaria. É um crime a acrescentar à longa lista de atrocidades cometidas pelos Sionistas até este dia, e para o qual não conseguimos encontrar palavras de repulsa...” Perto do final de 1948, o Gang Stern assassinou o mediador das Nações Unidas para a Palestina, o Conde Folke Bernadette. O seu “crime” foi preocupar-se com os Árabes Palestinos. Durante toda esta campanha de terror podemos ver a mão de homens que mais tarde se tornariam altas figuras do Estado de Israel e heróis daquele país. Outra figura, que fez nome como o “Carniceiro de Beirute”, muito depois da retirada Britânica, é ARIEL SHARON, que também se tornou Primeiro Ministro de Israel. Parece que a linhagem continua, o que não é bom sinal para os Palestinos, ou para qualquer hipótese de paz, numa parte do mundo que tem conhecido muito sofrimento e derramamento de sangue ao longo dos séculos. Enfim... a "dura" verdade é que os PAIS DO TERROR frenquentam Sinagógas.